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MotoGP: Pramac Ducati estaria disposta a ter Iannone novamente no futuro

O chefe da equipe afirmou que gostaria de ter o piloto novamente na equipe, sob as circunstâncias certas, para fechar um ciclo

Andrea Iannone, Pramac Ducati

Andrea Iannone, que atualmente tem contrato com a Aprilia na MotoGP, está passando por um afastamento de 18 meses do esporte, após testar positivo para um tipo de esteroide anabolizante em uma amostra de urina fornecida no GP da Malásia de 2019.

Antes de correr com a Aprilia, o italiano passou seus primeiros anos na categoria rainha com a Ducati, sendo que em 2013 e 2014, correu com a Pramac, equipe satélite da montadora, antes de conseguir uma promoção para a equipe oficial da Ducati em 2015, ficando por dois anos, antes de passar para a Suzuki.

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A bordo da Desmosedici, Iannone venceu o GP da Áustria de 2016, mas acabou perdendo para Andrea Dovizioso na luta para continuar na equipe, tendo como novo companheiro de equipe em 2017 Jorge Lorenzo. O italiano foi então para a Suzuki, onde ficou por dois anos antes de assinar com a Aprilia para 2019.

Apesar de sua primeira equipe na MotoGP, a Pramac, ter um foco principal em desenvolver jovens pilotos e de já ter dois pilotos contratados - Jack Miller e Francesco Bagnaia - que tem acordos com a própria Ducati, o chefe da Pramac, Francesco Guidotti, afirmou que ter o piloto de volta seria uma opção atraente.

"Há uma forte ligação emocional entre nós, porque passamos dois anos intensos juntos", disse à Sky Itália. "Quem sabe, talvez se a ocasião permitir, podemos discutir esse retorno com certeza".

"É claro que, com ele, diferente dos outros, não colhemos os benefícios do trabalho porque nos dois anos que ele esteve com nós, estávamos em uma situação técnica muito difícil. A Ducati não estava tão competitiva quanto é hoje".

"Seria legal fechar esse ciclo com Andrea. Ele seguiu seu caminho, mas ainda há essa conexão. Temos um foco em jovens pilotos, e Iannone voltaria para nós já com mais de 30 anos, mas historicamente amamos ele: se estivermos na situação de estarmos em um piloto e ele estiver procurando uma vaga, podemos arrumar isso".

Porém, Guidotti expressou suas dúvidas de, mesmo com o timing correto para assinar com Iannone, se a Aprilia estaria disposta a liberar o italiano, no contexto de sua suspensão.

Apesar do chefe da Aprilia, Massimo Rivola, afirmando inicialmente que uma suspensão longa provavelmente levaria ao fim do contrato com Iannone, atualmente ele defende fortemente seu piloto, dizendo que a decisão da FIM é "absurda".

"Eu acho que ele está bem onde está neste momento", disse Guidotti. "A Aprilia percebeu que precisa dele, percebeu que ele é um piloto rápido e forte. Não acho que vão liberar ele'.

Os comentários de Guidotti vem após Iannone admitir em seu Instagram no mês passado que ele se arrepende de como seu período na Ducati terminou.

"Falando assim, você sempre gostaria de mudar algo de seu passado", disse Iannone. "No meu caso, não deveria ter saído da Ducati. As temporadas de 2015 e 2016 foram muito boas para mim. A moto me assustava um pouco na aceleração e frenagem, e sofria na entrada das curvas. Mudei para a Suzuki em 2017 e encontrei o oposto".

Relembre a trajetória de Iannone na MotoGP:

2013 - Pramac Ducati - 12º
2013 - Melhor resultado: 8º na Austrália
2014 - Pramac Ducati - 10º
2014 - Melhor Resultado: 5º em San Marino, Alemanha e República Tcheca
2015 - Ducati - 5º
2015 - Melhor resultado: 2º na Itália
2016 - Ducati - 9º
2016 - Melhor resultado: vitória na Áustria
2017 - Suzuki - 13º
2017 - Melhor resultado: 4º no Japão
2018 - Suzuki - 10º
2018 - Melhor resultado: 3º em Austin, Jerez e Aragón
2019 - Aprilia - 16º
2019 - Melhor resultado: 6º na Austrália
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