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Randy Mamola: Rossi e Viñales, amizade com prazo de validade

Em sua coluna, ex-piloto norte-americano fala sobre relação de Rossi e Viñales que pode se tornar difícil na Yamaha em 2017

Polesitter Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing, second place qualifying for Maverick Viñales, Tea
Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing, Maverick Viñales, Team Suzuki MotoGP
Polesitter Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing, second place qualifying for Maverick Viñales, Team Suzuki MotoGP, third place qualifying for Andrea Iannone, Ducati Team
Maverick Viñales, Team Suzuki MotoGP, Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing
Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing
Jorge Lorenzo, Yamaha Factory Racing, Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing, Marc Marquez, Repsol Honda Team
Maverick Viñales, Team Suzuki MotoGP
Fans of Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing
Maverick Viñales, Team Suzuki MotoGP, Aleix Espargaro, Team Suzuki MotoGP
Sam Lowes, Maverick Viñales, Valentino Rossi, Andrea Iannone, Romano Fenati

Na tarde de sábado em Mugello, vi um monte de fotógrafos tentando encontrar uma única imagem da sessão de classificação decisiva – o Q2 – na qual Valentino Rossi aparecesse sozinho. Em todas as fotos havia outro piloto: Maverick Viñales. Sempre o mesmo, ou à frente ou atrás.

Não é a primeira vez que eles se ajudam para tentar obter a melhor posição possível no grid. Foi o que aconteceu na Argentina e também em Le Mans, mas o fato de Rossi ter conseguido a pole na Itália à frente de seus fãs fez a estratégia vir aos holofotes.

Mas vamos dar um passo de cada vez. Por um lado, é normal que as pessoas achem estranho ver dois pilotos de diferentes de equipes e diferentes nacionalidades ajudando um ao outro de uma forma tão óbvia. Se levarmos em conta que em seis meses eles serão companheiros de equipe na Yamaha, onde Rossi é o principal piloto, é normal ver pessoas achando isso moralmente repreensível.

Pessoalmente, antes de julgar este tipo de situação, gostaria de dizer algo. Alguém como Valentino, que tem 37 anos e não tem mais nada a provar, mostra a sua ambição e a sua fome. E isso você tem que apreciar. Além de tudo o que ele já ganhou, isso é o que o torna grande e único.

Mesmo que ele transmita uma imagem de gênio distraído, o 46 não deixa nada ao acaso, e muito menos agora que ele está correndo contra rivais como Márquez e Lorenzo, que junto a Stoner são os mais difíceis que encontrou durante sua carreira.

Neste ano, Rossi estava determinado a melhorar seu ritmo de classificação. Em Le Mans, ele largou da sétima posição e teve de tomar uma série de riscos para ir até o fim. Em Mugello, consciente do quão importante o início seria, ele passou a sexta-feira praticando para que nada desse errado.

Até este ponto, tudo foi elogio. No entanto, se há algo que eu não gosto muito é a atitude de Viñales.

Não acho que é respeitoso de Maverick dizer agora que a adaptação à Yamaha vai ser fácil, enquanto a Suzuki apostou nele e se comprometeu na concepção de uma moto competitiva. A melhora da GSX-RR durante o ano passado foi enorme, e a fabricante faz bem em ir atrás de um substituto que estará comprometido com o projeto até o fim. Alguém que possa se tornar um líder de uma maneira semelhante a Kevin Schwantz no passado.

Em todo caso, há duas coisas a se ter em mente a partir de agora. A primeira: vamos ver no sábado em Barcelona. Valentino e Maverick terão a chance de repetir a estratégia de classificação para convencer aqueles que acreditam que até agora tudo foi uma coincidência. E segundo: também será interessante ver como esta relação amigável se transformará a partir de novembro, quando forem vizinhos de garagem.

Se Viñales é tão bom como eu acho que é, a amizade pode tem um prazo de validade de seis meses.

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