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Rossi é pessimista para Buriram: não é minha pista favorita

Piloto da Yamaha enfrenta a primeira de quatro etapas fora da Europa com objetivo de voltar a lutar pelo pódio

Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing

As expectativas de Valentino Rossi neste trecho final da temporada não são muito altas. A mensagem de pessimismo enviada pelo italiano nas últimas corridas sugere que qualquer sucesso que possa vir daqui até o fim do ano será devido mais ao fracasso dos outros do que ao sucesso da Yamaha.

O 46 continua a ser o terceiro do campeonato, apesar de ele próprio ter reconhecido em Misano que não sabe como fazer para seguir nesta posição. A Yamaha enfrentou sua 23ª corrida sem vencer na última etapa, em Aragón, alcançando assim sua pior seca na história da classe rainha. Rossi disse que apenas um milagre faria o time terminar o ano acabando com esta seca.

Neste sentido as perspectivas não são muito promissoras. No Motorland, Rossi imaginou que em algum momento a Yamaha teria disponível o protótipo do próximo ano, algo que nem o próprio Lin Jarvis, chefe da montadora, sabe.

Esperando a resolução desta questão, o piloto da Tavullia chega à Tailândia com a ideia de continuar a trabalhar em uma M1 que parece condenada.

Rossi reconhece que o circuito não é do seu agrado, como ficou evidente nos testes de pré-temporada, onde terminou em 12º. Além disso, a semelhança da pista com o Red Bull Ring - onde a Yamaha teve um dos seus piores desempenhos em muito tempo - também não ajuda a levantar o ânimo.

"Buriram não é uma das minhas pistas favoritas, mas será outro fim de semana importante para melhorar a nossa moto e uma oportunidade para conhecer os fãs asiáticos, que são muito apaixonados MotoGP", disse Rossi.

"Fizemos um teste de pré-temporada lá em fevereiro. Como sempre, faremos o melhor para tornar a corrida um bom fim de semana, e meu objetivo é lutar pelo pódio novamente e obter bons resultados nesta turnê transoceânica."

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