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Ester Fonseca-Patriarco mora na Carolina do Norte e alcançou sonho de infância de trabalhar com automobilismo

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Assim como várias crianças ao redor do mundo, Ester Fonseca-Patriarco sonhava em ser piloto de Fórmula 1 quando criança. Aos nove anos, assistiu seu primeiro GP de F1 pela TV e, naquele momento, soube que seu futuro estava no automobilismo. Pouco mais de duas décadas depois, Ester não está atrás do volante, mas ajuda a comandar o departamento de sustentabilidade de uma das principais categorias do esporte a motor do mundo, a NASCAR.  

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Ester conta que o sonho de trabalhar com automobilismo nunca saiu da cabeça, mas, na hora de escolher a graduação, depois do ensino médio, veio a dúvida de como segui-lo exatamente. Ela pensou em estudar engenharia mecânica e gostava também de arquitetura, mas acabou escolhendo letras. “Pensei que aprender um idioma novo ia me ajudar a viajar. Aí eu aprendi inglês e alemão, mas meu alemão tá meio enferrujado”, confessou.  

Ela já tinha trabalhado com comunicação e, um ano depois da formatura, se casou com um americano que havia morado na Indonésia por seis anos e a convidou para voltar ao país asiático com ele. Ela não só topou como, chegando lá, decidiu unir a comunicação com a paixão por sustentabilidade e conseguiu um emprego que abrangia as duas áreas.  

Depois da pandemia de COVID-19 o casal decidiu sair da Indonésia e veio a questão: morar no Brasil ou nos Estados Unidos? Ester escolheu seguir o sonho do automobilismo e acreditou que teria mais oportunidades em terras norte americanas.  

“Consegui meu green card em 2022, e aí foi quando eu realmente podia trabalhar legalmente lá. Botei na minha cabeça ‘eu só vou aceitar um emprego se for em automobilismo e em sustentabilidade’”, relembrou. Em busca desse objetivo, Ester foi a um evento promovido pelo Women in Motorsports North America (WIMNA) em outubro de 2022, quando assistiu uma palestra com o presidente da NASCAR, até então uma categoria desconhecida por ela, mas que chamou atenção pelas metas sustentáveis. A partir daí, ela começou a acompanhar um pouco mais o projeto. 

Meses depois, em abril de 2023, a NASCAR divulgou que tinha como objetivo se tornar Net Zero (Carbono zero) até 2035, chamando atenção de Ester. Interessada no assunto, ela foi atrás de Riley Nelson, representante da NASCAR que deu a entrevista sobre o assunto, para dar os parabéns pela iniciativa e as duas começaram a conversar pelo LinkedIn. Coincidentemente, a vaga para trabalhar na categoria apareceu uma semana depois.  

“Eu comecei como gerente de sustentabilidade e fui promovida, agora eu sou gerente sênior. Quando eu comecei meu trabalho era bem focado em dados. Entender qual era a pegada de carbono da NASCAR e onde a gente estava, para poder estabelecer essas estratégias de como diminuir o nosso impacto”, explicou.  

Desde a promoção para gerência sênior a equipe de sustentabilidade aumentou, “não sou só eu mais”, brinca, contando agora com três pessoas. “A nossa coordenadora sênior é mais quem está indo para eventos e falando com as pessoas, tentando ajudar estrategicamente. O meu trabalho tem tudo a ver com medir”, explicou, antes de destacar que ela e a equipe têm se debruçado sobre um relatório de impacto, o primeiro da categoria, que será divulgado em alguns dias. 

“A gente vai fazer também, no ano que vem, um estudo para entender todas as partes que vão no carro da NASCAR. Então, toda essa parte sou eu que vou liderar junto com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento que a gente tem em Concord, na Carolina do Norte”, contou. Ela ainda ressaltou que a categoria viu que o trabalho com sustentabilidade pode dar retorno financeiro.

“A gente trouxe a ABB, que também é a patrocinadora da Fórmula E. Ela é nossa patrocinadora hoje por causa do programa de sustentabilidade que a gente tem. Eu acho legal que a liderança percebeu isso, que não é só investir, mas que também vai trazer o retorno”, disse. “Não só esse retorno de melhorar as comunidades onde a gente vive, o meio ambiente, mas também pode crescer o esporte financeiramente”. 

Além de trabalhar na NASCAR, Ester também é mentora (e mentorada) no programa da FIA para mulheres no automobilismo, tendo ajudado sete meninas de diferentes lugares do mundo. “Só de poder ajudar essas meninas que estão começando... Sinceramente, eu não sabia que era inspiração, mas tanta gente fala, e isso anima. Porque no dia a dia, ainda mais trabalhando com dados, você está na frente do computador ali e, às vezes, você esquece do impacto que você está criando com o seu trabalho. E poder ajudar os outros e retribuir, é legal”.  

Max MATADOR, Norris na VANTAGEM e Piastri SEM NADA A PERDER: Tudo da DECISÃO da F1! Com FELIPE MOTTA

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