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NASCAR: Gama relata experiência em seletiva e ganha reforço de peso para possível nova tentativa

Piloto gaúcho acabou não conseguindo vaga para competir nos Estados Unidos, mas busca recursos para voltar por ‘conta própria’

Arthur Gama

Recentemente, Arthur Gama representou o Brasil na Advance Auto Parts Drive for Diversity Combine, uma seletiva que coloca pilotos de diferentes origens em categorias de acesso à NASCAR dos Estados Unidos.

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No final do mês passado, o resultado não apontou o piloto gaúcho como um dos selecionados, mas, mesmo assim, Gama ainda tenta uma maneira de ir por conta própria de competir nos Estados Unidos a partir de 2024.

“Só de estar lá já é uma vitória”, disse Gama ao Motorsport.com com exclusividade. “É uma experiência inesquecível, único brasileiro a participar de um Combine. Mesmo não tendo o resultado que eu esperava, que era passar, mas com essa experiência de estar lá, tendo contato com as pessoas da NASCAR, o carro da NASCAR, os ovais, já foi um meio caminho andado para um sonho próximo de correr nos Estados Unidos e me aproximando cada vez mais da NASCAR em si.”

Uma das ‘armas’ que Gama pode contar é a ajuda do empresário Geraldo Rodrigues, que além de ter gerenciado a carreira de pilotos brasileiros na F1, também teve uma equipe na NASCAR na década passada.

“Estamos trabalhando para isso (voltar) agora. Estou com o Geraldo (Rodrigues), então a gente está fazendo um trabalho bem legal para ver se consigo esse plano também por outro caminho, não sendo pelo Combine, mas por um caminho mais individual. Estamos trabalhando com os patrocinadores ainda, não tem nada definido, mas estamos focando bastante para se Deus quiser dar tudo certo e começar essa carreira nos Estados Unidos.”

O foco é mergulhar na carreira de um piloto da NASCAR Americana, mas Gama não descarta a possibilidade de cominar corridas nos Estados Unidos e Brasil.

“Não tem nada definido ainda, como eu falei, se eu correr lá eu teria que ficar o ano inteiro focado, porque são muitas provas, dependendo do campeonato tem 20 etapas por ano. Mas se conseguir, eu quero também ficar voltando para o Brasil e sempre participar das categorias daqui. A NASCAR Brasil também está crescendo muito e o principal motivo de ir para lá, foi a categoria que mais me apoiou, então se eu conseguir, vou tentar correr lá e aqui.”

Arthur Gama também refletiu sobre os pontos que ainda necessitam ser trabalhados por ele, especialmente para o caso de uma nova seletiva.

“Com certeza, o que eu mais senti lá foi o carro, muito diferente, além dos ovais, visto que eu nunca tinha andado e a tocada era bem diferente, então eu acredito que quando eu for para lá tentar buscar informações de pilotos que já tiveram experiência lá, para conseguir me ajudar nesse caminho, encurtar o caminho desse aprendizado. Mas, para mim, eu acho que o que mais me pegou lá foi o carro, em termos de pilotagem, então acho que quando eu for lá vou focar o máximo nisso”, concluiu.

Motorsport Business #5 – GERALDO RODRIGUES: Relação com pilotos, experiência com RUBINHO e F1 atual

 

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