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No Brasil, filha de Dale Earnhardt comenta internacionalização da NASCAR e chances da JR Motorsports competir na Cup

Kelley Earnhardt Miller, irmã e sócia de Dale Jr. esteve no Brasil durante evento da Porsche Cup e falou com exclusividade ao Motorsport.com

Kelley Earnhardt Miller (left) with Justin Allgaier (center) and Dale Earnhardt Jr. (right)

No último fim de semana aconteceu no Autódromo de Interlagos os 500 km de Interlagos, etapa derradeira da Porsche Cup em 2025. No box de Miguel Paludo, campeão Sprint deste ano e que buscava o título Overall, uma convidada inusitada, que pouquíssimas pessoas esperavam ver naquele cenário.

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Tratava-se de Kelley Earnhardt Miller, filha do lendário piloto da NASCAR, Dale Earnhardt, e irmã do também ex-piloto Dale Jr. Os filhos do heptacampeão da maior categoria do automobilismo das Américas administram a Junior Motorsports, que atua na Xfinity Series. Mas algo que poucos sabem é que Kelley também tem um papel importante na Brandt, patrocinadora de longa data de Paludo e de Justin Allgaier, também presente em São Paulo.

Em entrevista exclusiva ao Motorsport.com, ela comentou o trabalho com a companhia e a experiência de estar em Interlagos neste fim de semana.

“Faço parte da equipe de diretores da Brandt”, disse Kelley. “Eu realmente gostei de conhecer e entender o negócio deles. Eles operam em muitos países diferentes e, dessa forma, pude ter esta experiência aqui, de vir ao Brasil e assistir esta corrida, que é algo que eu nunca fiz antes. Agora a pouco fiz uma volta rápida com o Miguel (Paludo), foi intenso e realmente louco.”

Falando em administração, a principal atividade de Kelley é, naturalmente, gerir a equipe multicampeã da NASCAR. Muito se fala que o sucesso do time tem a ver muito mais com a sua maneira de tocar o negócio do que o próprio Jr., o que ela, naturalmente refuta.

“Quando Dale era piloto da NASCAR, eu era uma espécie de agente, então eu tomei esse papel enquanto ele se concentrava apenas nas corridas e nas relações com seus parceiros e coisas assim”, explicou. “Então, isso funcionou para a nossa carreira inteira.”

“Depois, começamos a JR Motorsports também naquela época, então fiz esse tipo de trabalho também. E agora nós fazemos isso juntos. Ele tem muito mais tempo para se envolver, então ele faz parte das nossas reuniões e das discussões.”

“É um novo mundo para ele, porque ele se concentrou nas corridas por muito tempo. Mas, isso funcionou muito bem. Eu guiei carros de corrida também, mas eu estou feliz que eu tomei a rota de negócios para estar na posição que estou agora. E está sendo muito divertido esses últimos 25 anos.”

Legado do pai

O ano de 2025 ficou marcado pelo lançamento da série documental “Earnhardt”, disponível na Amazon Prime. A produção relata a trajetória da família Earnhardt, mas focada no relacionamento entre seus principais membros. Kelley é a figura-chave para o desenrolar da história, que emocionou os fãs e todos que participaram.

“Nós nos sentamos para muitas entrevistas por horas, provavelmente cerca de 20 horas de entrevistas, apenas para a minha parte”, disse Kelley. “Mas o que eu gostei do documentário foi a oportunidade de compartilhar sobre as relações com meu pai. Acho que foi muito bem recebido. E deu para mostrar um lado do meu pai que talvez muita gente não conhecesse.”

JR na Cup Series em tempo integral?

A JR teve uma experiência inédita em 2025, quando conseguiu classificar um carro para as 500 Milhas de Daytona, o que emocionou Dale Jr. Na próxima edição, já está confirmada uma nova tentativa. Uma pergunta que todo fã da categoria faz é se o time tentará nos próximos anos ter um charter da NASCAR Cup Series e ter pelo menos a operação de um carro em tempo integral no campeonato principal da categoria.

Kelley não fecha as portas para isso, mas mantém os pés no chão quanto a essa possibilidade em relação ao momento deste movimento.

“Realmente não há uma meta, um horizonte ou uma linha de tempo. Nós amamos o que fazemos, adoramos dar uma oportunidade aos pilotos na Xfinity Series. Então, é meio difícil pensar em desviar isso. Acho que nós gostaríamos de fazer alguma combinação, mas, se a porta abrir para onde faz sentido para nós, certamente queremos dar uma olhada, como sempre fizemos, e ver onde isso nos leva. Mas não há um momento planejado.”

Internacionalização da NASCAR

Com fortes raízes americanas, a NASCAR vem aos poucos abrindo as fronteiras para além dos Estados Unidos. Além da experiência de uma primeira corrida da Cup Series valendo pontos no México em 2025, a categoria não fecha as portas para outros destinos, como o Brasil para receber corridas no futuro. Além disso, em 2023 tivemos o surgimento da NASCAR Brasil, que se juntou ao próprio México, Canadá e Europa, como locais que recebem um campeonato da NASCAR.

Pela primeira vez em Interlagos, Kelley se mostrava maravilhada com a estrutura do autódromo e do evento da Porsche Cup.

“Eu acho que é interessante”, quando perguntada sobre o processo de internacionalização da NASCAR. “Não é algo que estamos acostumados a fazer, a nossa equipe viajou para o México este ano para fazer a corrida do Xfinity e, sabendo que foi muito planejado, no geral, tudo funcionou bem.”

“E vindo aqui para São Paulo, com 24 milhões de pessoas aqui, que não estão expostas ao NASCAR, há um público amplo para mais exposição e mais oportunidades, o que é certamente algo que você quer tirar vantagem, como uma empresa. Então, é superlegal, e acho que pode abrir muitas portas”, concluiu.

Bortoleto CONTESTADO e as REAIS chances de NORRIS, VERSTAPPEN e PIASTRI | Apple TV no lugar da GLOBO?

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