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Coluna do Átila Abreu: "Terminar, sempre"

Em sua coluna no Motorsport.com Brasil, piloto relaciona o fato ocorrido nas 24 Horas de Le Mans com o que pode acontecer com os pilotos da Stock Car brasileira

Átila Abreu

O desfecho das 24 Horas de Le Mans no último domingo, com a troca da liderança na última volta em favor do Porsche #2 depois de mais de 22 horas de liderança da Toyota, foi uma daquelas situações incríveis que o esporte proporciona – e que, no fim do dia, são grandes lições de vida.

Não desistir nunca e terminar. Terminar, sempre.

Já era muito impressionante dois carros separados por menos de um minuto depois de tantas horas de disputa. Esse tipo de coisa é rara em corridas longas, principalmente em provas de 24 horas. Os dois líderes estavam andando muito forte e foi a vontade deles que permitiu um final tão cinematográfico.

Já competi em provas longas e vivi experiências similares. No ano passado, em Paul Ricard, cruzei a linha de chegada com três rodas apenas, depois de uma prova de mil quilômetros em seis horas.

Terminei.

Transportando para o universo da Stock Car, o raciocínio é rigorosamente o mesmo. Claro, aqui estamos falando de corridas curtas, em duas baterias.

Mas insistir até o final e terminar sempre continua dando resultados.

Prova disso é meu terceiro lugar no campeonato. Nas quatro etapas iniciais, estivemos longe de ter o carro mais rápido da pista. Mas o que faltou em performance, compensamos em consistência e estratégia. Não por acaso, o Chevrolet #51 é um dos raríssimos carros no grid a completar todas as voltas em todas as corridas do calendário.

Desde a adoção do sistema de rodadas duplas em 2014, a categoria passou a premiar mais ainda a regularidade. Naquele ano, fui vice para o Rubinho e não necessariamente tínhamos os dois carros mais rápidos ao longo da temporada.

Agora, com as rodadas duplas e sem janela de parada obrigatória, abandonar uma prova por quebra ou acidente custa muito caro. Os pontos estão bem mais distribuídos pelos competidores da Stock Car, o que acredito que era uma das metas da categoria com o novo regulamento –e uma tendência que deve permanecer neste fim de semana com a jornada em Tarumã, uma pista tradicionalmente muito agressiva para os pneus.

Por outro lado, a narrativa das corridas acho que ficou um tanto confusa. Hoje, um carro de repente “aparece” na frente, entre os líderes da corrida 2, enquanto outro que vinha bem na primeira prova “some”, obrigado a parar no box. Acho que isso atrapalha um pouco a vida do torcedor que acompanha, tanto na pista quanto pela TV.

Só uma coisa não muda: em corridas, a história só acaba na bandeirada. Um piloto nunca pode achar que já ganhou e menos ainda jogar a toalha achando que não tem mais chance.

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