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NFTs: porque NBA, Ferrari e Stock Car apostam nessa novidade

Peça da categoria brasileira oferece pacote de serviços que de cara superam o valor do item

Stock Car

Eles nasceram assim: com um nome complicado, no universo ultratécnico das criptomoedas e oferecendo tantas possibilidades que chegaram a intrigar os pioneiros deste negócio. Mas são atualmente uma aposta dos fãs mais apaixonados e também de investidores sérios que chegam a calcular seu mercado em 100 bilhões de dólares (ou R$ 502 bilhões) somente em 2022.

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Segundo especialistas, os NFTs prometem estar entre as próximas estrelas de segmentos movidos pela paixão, como o artístico e o esportivo, gerando rendimentos e criando novos tipos de relacionamento entre os fãs e os protagonistas destas áreas. E é por isso que agremiações como a Ferrari e a McLaren e entidades como a NBA e a Stock Car Pro Series entraram neste jogo.

O nome completo do NFT é non-fungible token, ou token não fungível em tradução livre. Basicamente o termo define um item digital (foto, vídeo etc) que recebe uma certificação codificada (o blockchain, base do sistema de criptomoedas) e que por isso se torna único, exclusivo e com autenticidade garantida.

Com isso, a imagem digital de um quadro ou de uma ultrapassagem icônica na pista se converte em um item colecionável e com maior valor quando mais exclusiva for sua posse – ou seja, quando menos itens daquela série estiverem disponíveis para a venda, maior pode ser o custo para adquiri-lo. Exatamente como no mercado de arte.

No Brasil, o NFT da Stock

Se, de um lado, esse mercado pode ser volátil – ou seja, o valor do item pode subir ou descer, exatamente como acontece com as obras artísticas –, de outro alguns NFTs oferecem vantagens adicionais e imediatas imbatíveis. Por exemplo, a versão Signature do NFT Hall of Fame, lançada pela Stock Car em julho, oferece ao seu possuidor um pacote de serviços que ultrapassa o seu valor de face.

A Hall of Fame é um poster digital com a imagem de todos os carros campeões da principal categoria brasileira. Sua versão Signature, que custa R$ 3.600 com apenas 100 cópias produzidas, dá ao seu possuidor o direito de utilizar até 2024 cinco pares de ingresso ao camarote Lounge, um pacote que, em média, custa R$ 6 mil reais.

A peça ainda garante ao proprietário um poster impresso autografado por Ingo Hoffmann (maior campeão da Stock), uma sessão meet & greet virtual com o supercampeão, R$ 200 em crédito na loja oficial da categoria e um ano de StockClub gratuito, serviço que a categoria vai lançar, oferecendo mais benefícios aos fãs. Tudo isso, claro, além do próprio NFT que, como peça de entrada da Stock Car neste universo, pode render dividendos ao logo do tempo.

Marcas como Nike, Adidas, Budweiser e Gucci também investem nos NFTs, lançando colecionáveis ligados a seus produtos e serviços. Em abril, em um momento de pico, um NFT da NBA foi vendido por 400 mil dólares. Por isso, o valor artístico ou esportivo, aliado à garantia de sua exclusividade, tem atraído investidores e fãs apaixonados para esse mercado. Em julho, o primeiro NFT da Stock Car ficou disponível em três versões. Além da Signature (100 cópias a R$ 3.600) também foram lançadas as séries Limited (350 cópias a R$ 550) e Champions, esta última dada como prêmio exclusivo para pilotos que foram campeões da Stock Car. Saiba mais no site https://nft.stockproseries.com.br/.

Veja como foram as corridas da Stock Car em Interlagos

Podcast #192 – Sequência de corridas decidirá campeonato da F1?

 

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