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Entrevista

Saiba como ex-vizinho de pai de Senna vai na contramão em tempos de pandemia e aumenta investimentos no automobilismo

Ricardo Ferreira, fundador e CEO do Grupo Universal, acredita que mesmo em um período de baixos investimentos ocasionados pela pandemia de Covid-19, dá para acelerar em mais de uma categoria como patrocinador

Ricardo Ferreira, CEO do Grupo Universal

Uma das grandes novidades da Stock Car em 2021 será a volta de Beto Monteiro ao grid. Ele fará parte da equipe Crown Racing e terá como companheiro de equipe Cacá Bueno. Mais do que a participação em tempo integral na maior categoria do automobilismo brasileiro, Beto não deixará as atenções de lado e também lutará pelo tricampeonato seguido da Copa Truck, se tornando assim o primeiro piloto a fazer os dois campeonatos completos em uma mesma temporada.

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Em comum, o patrocinador. O Grupo Universal Automotive Systems, no mercado de autopeças há quase 45 anos. No anúncio desta semana em um evento no Autódromo de Interlagos – seguindo todas as regras de higienização e distanciamento social – o CEO e fundador da empresa, Ricardo Ferreira, era uma das figuras mais empolgadas e emocionadas dos que representavam a companhia. No ano passado, a Universal ‘estreou’ no automobilismo brasileiro mais relevante, na Copa Truck, com o próprio Beto, na campanha do título mais recente do pernambucano. Agora, o caminho segue com um passo adiante, com valores e exigências maiores.

O CEO atendeu o Motorsport.com com exclusividade e falou sobre o atual momento da empresa em que fez nascer e se tornar uma das líderes de mercado.

“É um divisor de águas para nós”, disse Ricardo, sobre a chegada à Stock Car. “Viemos por etapas, passo a passo, sempre com foco e objetivo. Observamos todas as mídias e a nossa maior sinergia é o automobilismo. Fizemos algumas incursões, coisas pequenas antes. No ano passado, antes da Covid-19, fomos à frente, acreditamos, mesmo com uma quantidade de provas reduzida e tivemos essa sorte maravilhosa. Isso nos motivou e fechamos com laço de ouro, entrando na Stock Car, que tenho certeza de que será muito legal para nós.”

A pandemia trouxe também uma série de consequências econômicas, sobretudo na impossibilidade de grandes valores de patrocínio, muito por conta da ausência de público nos autódromos. Isso faria a Universal se retrair, certo? Errado.

“Os players mudaram muito com a pandemia. Nós temos uma história de que nesses momentos de turbulência econômica, nós sempre crescemos, subimos um degrau. Acredito que em 2021 daremos um salto grande na projeção da nossa marca que já é conhecida dentro e fora do país, mas nós vamos agregar mais, em função do projeto por trás de tudo isso.”

A Universal pode até ter começado a investir no automobilismo recentemente, mas Ricardo teve contato com o esporte a motor desde cedo, mais especificamente com o Sr. Milton da Silva, pai de um certo tricampeão mundial de F1.

“Na minha infância, com 13 anos de idade, eu fui trabalhar com o pai do Ayrton Senna, éramos vizinhos. Comecei a trabalhar, fiz uma carreira bacana no ramo de autopeças, sempre dando suporte na área administrativa. Com o passar dos anos, em 1977, eu montei uma distribuidora, em 1980 montei uma fábrica, e fiquei líder no mercado de maçanetas e fechaduras de carros, e hoje agregamos outros produtos”, concluiu.

Truck e carro de Beto Monteiro

Truck e carro de Beto Monteiro

Photo by: Bruno Terena

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