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Alonso diz ter "outras coisas" para fazer se F1 não melhorar

Fernando Alonso insiste que tem outras coisas para fazer se os carros da F1 não se tornarem mais emocionantes de guiar com as regras de 2017

Fernando Alonso, McLaren
Fernando Alonso, McLaren MP4-31
Fernando Alonso, McLaren MP4-31
Fernando Alonso, McLaren Honda
Fernando Alonso, McLaren MP4-31
Fernando Alonso, McLaren MP4-31
(L to R): Romain Grosjean, Haas F1 Team with Fernando Alonso, McLaren on the drivers parade

Fernando Alonso insiste: se os carros da Fórmula 1 não se tornarem mais prazerosos de guiar com as mudanças no regulamento para 2017, ele vai procurar outros caminhos. O espanhol, que tem contrato com a McLaren até o final do próximo ano, classificou os carros atuais como "chatos" e se disse esperançoso de que as novas regras farão com que seja divertido guiar um F1 novamente.

O bicampeão, atualmente com 35 anos, reiterou que a possível saída da F1 não significará o fim da carreira. "Sempre disse o mesmo nos dois últimos anos. Acho os carros de hoje menos atrativos. A sensação ao pilotá-los não é a mesma que a F1 proporcionava nos meus dez primeiros anos na categoria", disse o asturiano à rádio espanhola Cadena Ser. 

"Hoje você não tem aquele sentimento de 'uau', ou pensa 'é incrível como consigo fazer tal curva em tamanha velocidade' ou 'é impressionante o quanto este carro é rápido'. São carros normais, mais chatos. Hoje, você passa a corrida toda poupando pneus, poupando combustível e ir contra o instinto natural de um piloto, que é extrair o máximo do carro", afirmou.

"No próximo ano, os carros serão mais velozes, exigirão mais fisicamente. Espero que a F1 volte a ser atrativa para os pilotos novamente. Se mesmo assim a categoria ainda seguir sendo mais sobre poupar do que atacar, então vou pensar se continuo ou não. Mas não será porque estou pensando em parar com tudo. Há outras coisas que quero fazer", acrescentou.

"Creio que as novas regras exercerão um papel fundamental. Se os carros são divertidos de guiar e você sai deles com aquele sentimento de surpresa que a F1 sempre teve, então você se diverte independentemente dos resultados", ressaltou.

"Em 12 meses, veremos em que condições estaremos e o quanto eu estarei disposto a seguir. Precisamos esperar para ver", completou.

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