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Aston Martin e Honda confirmam parceria na F1 a partir da temporada 2026

Time terá motores produzidos pela fabricante japonesa até fim de 2030, ano em que terminará o próximo ciclo de motores da categoria máxima do automobilismo

Conforme adiantado pelo Motorsport.com, Aston Martin e Honda serão parceiras na Fórmula 1 a partir da temporada 2026, confirmaram as marcas de Inglaterra e Japão nesta virada de terça para quarta-feira pré-GP de Mônaco. 

Com isso, a equipe britânica de Silverstone terá suas unidades de potência produzidas pela fabricante nipônica de Sakura até o final de 2030, quando terminará o próximo ciclo de motores da categoria máxima do automobilismo. As novas regras prometem 'embolar' o grid a partir de 2026.

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Através da parceria, aliás, a Honda 'materializa' sua inscrição no próximo período de unidades de potência da elite global do esporte a motor, uma vez que a montadora estava confirmada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), mas não tinha um time cliente para seu futuro na F1.

Assim, a Honda 'volta atrás' em sua saída da F1, anunciada em 2020. Oficialmente, ela deixou a categoria rainha do mundo no fim de 2021, quando impulsionou o holandês Max Verstappen, da Red Bull, ao título. 

No entanto, continuou a fornecer motores para a escuderia anglo-austríaca mediante arranjo envolvendo a Red Bull Powetrains e ainda o faz por meio de um acordo de fornecimento que vai até o final de 2025.

Porém, o futuro da Honda depois disso não estava claro, já que ela enfrentou incertezas sobre outras opções no grid após a decisão da Red Bull de se aliar à Ford como sua nova parceira no 'braço' Powertrains a partir de 2026, com foco na parte eletrônica e híbrida.

Além disso, houve um intenso debate na alta administração da Honda sobre se ela deveria ou não fazer um 'retorno formal' logo após sair da F1. Entretanto, o progresso impressionante da Aston Martin, aliado ao fato de o time virar um 'agente livre' após 2025, convenceu a cúpula de Sakura.

Por sua vez, com o fim do acordo com a Mercedes para fornecimento de unidades, a Aston viu na aliança com a Honda a oportunidade de se tornar uma espécie de equipe de fábrica. Agora, a negociação entre a escuderia de Silverstone e a Honda está feito, conforme anunciado nesta terça.

Martin Whitmarsh, CEO do Grupo Aston Martin Performance Technologies, disse: “Nossa futura parceria com a Honda é uma das últimas partes do quebra-cabeça que se encaixa nos planos ambiciosos da Aston Martin na F1”.

Fernando Alonso, Aston Martin AMR23

Fernando Alonso, Aston Martin AMR23

Photo by: Zak Mauger / Motorsport Images

A Honda, por sua vez, destaca que sua decisão de se comprometer com o futuro da F1 vem após um aumento das preocupações relativas à sustentabilidade na elite global do esporte a motor. Além de a categoria máxima do automobilismo prometer zerar as emissões de carbono até 2030, ela adotará combustíveis totalmente sustentáveis a partir de 2026, quando as novas unidades de potência também serão impulsionadas por uma proporção maior de energia elétrica.

Toshihiro Mibe, CEO global da Honda, disse: “Uma das principais razões para nossa decisão de aceitar o novo desafio na F1 é que o campeonato de corridas mais importante do mundo está se esforçando para se tornar sustentável, o que está alinhado com a direção da Honda, objetivando neutralidade de carbono para se tornar uma plataforma que facilitará o desenvolvimento de nossas tecnologias de eletrificação".

“Cremos que as tecnologias e o know-how adquiridos com este novo desafio podem potencialmente ser aplicados diretamente em nossos futuros veículos elétricos de produção em massa, gerando um modelo esportivo elétrico e tecnologias de eletrificação em várias áreas", completou o CEO.

Tendo conquistado títulos com Red Bull e Verstappen em 2021 e 2022, além de liderar 2023 com Max e sua equipe, a Honda deixa claro que está embarcando na parceria com a Aston para buscar mais taças, conforme destacou o presidente da Honda Racing Corporation, Koji Watanabe.

“Eles estão atualmente trabalhando em várias medidas para fortalecer a equipe e lutar pelos títulos nos campeonatos de F1. Então, como eles deram notas altas à nossa tecnologia de unidade de potência da F1 e pudemos nos relacionar com sua atitude sincera e também forte paixão por vencer, decidimos trabalhar juntos e lutar pelos títulos dos campeonatos como Aston Martin-Honda”, completou Watanabe.

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