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Conteúdo especial

Os desafios de Interlagos: a prévia técnica do GP do Brasil

A F1 chega ao seu terceiro circuito mais curto de toda a temporada, mas que, ainda assim, poderá proporcionar desafios técnicos únicos

Valtteri Bottas, Williams FW38
Chegou a hora! A F1 chega a Interlagos para a realização de mais um GP do Brasil, prova que será a penúltima etapa da temporada de 2017.
Interlagos é o terceiro circuito mais curto de todo o calendário, com 4,309 km de extensão. A prova será disputada em 71 voltas e terá, no total, distância de 305 km.
Pode-se dividir o traçado em dois pontos distintos: o trecho de início, formado por duas longas retas, e o miolo, onde há curvas apertadas, de baixa velocidade e de difícil ultrapassagem.
Essa mistura torna Interlagos em um circuito de velocidade geral intermediária. Por exemplo, em 2016, a pole position esteve na casa de 219 km/h de média, a nona velocidade mais alta em 21 provas naquele ano.
O trecho de alta velocidade cobra caro: no 1,3 km que separa a Junção e o S do Senna, são quase 20s de pé cravado. Assim, os carros completam 68% da volta com o acelerador pressionado ao máximo.
Também é a segunda pista situada em maior altitude – perde apenas para a sede do GP do México. Isso provoca uma exigência ainda maior nos motores.
Já os freios também sofrem exigência baixa. Há alguns pontos mais rigorosos – como no S do Senna, Curva do Lago e na freada forte entre o Laranjinha e o Pinheirinho.
Para facilitar ultrapassagens, Interlagos terá duas zonas de DRS: na reta dos boxes e na reta oposta. Em 2016, os carros chegaram a incríveis 338 km/h na zona de medição.
Interlagos tem 44 trocas de marcha por volta, o que provoca uma exigência mediana aos câmbios dos carros.
As curvas de alta velocidade e as possíveis altas temperaturas provocam grande estresse nos pneus. A Pirelli levará os supermacios, macios e médios – sua combinação mais conservadora desde que decidiu por descartar os duros.
Isso deverá provocar uma corrida com estratégias que variam de uma para duas paradas.
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