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Diretor de provas diz que manobra de Ocon foi “inaceitável”

Charlie Whiting explica que francês tinha direito de descontar a volta, mas teria de fazer "de forma limpa" e "sem lutar"

Charlie Whiting, Race Director, FIA

O diretor de provas da F1, Charlie Whiting, considerou “inaceitável” a manobra de Esteban Ocon diante de Max Verstappen no GP do Brasil, o que custou ao holandês a vitória em Interlagos.

Ocon, que era retardatário, tentou descontar uma volta para Verstappen, que liderava. O francês vinha mais rápido após calçar pneus supermacios e tentou recuperar terreno no S do Senna, mas colidiu com Verstappen na segunda perna da curva.

Ao fim, Ocon foi considerado culpado pelo lance e recebeu um stop and go, que é a segunda punição mais pesada aplicada pela direção de prova – mais branda somente que a desclassificação imediata.

Whiting explicou que Ocon não estava errado ao tentar descontar a volta – o problema foi a forma com que a manobra aconteceu.

“Ele tem total permissão de descontar a volta. Isso é claro e já aconteceu muitas vezes no passado”, comentou.

“[Mas] É claro que você espera que isso seja feito de forma segura. Isso deveria acontecer de forma clara, sem que absolutamente não haja uma disputa. Ele não deveria estar lutando para passar.”

“Se ele tivesse o ritmo, aí normalmente você esperaria que a Red Bull dissesse [a Verstappen pelo rádio] ‘Ocon tem mais ritmo, deixe-o passar’, ou algo do tipo. Mas pareceu que ele [Ocon] simplesmente foi para cima, e foi um pouco infeliz que ele tenha decidido lutar, o que foi totalmente inaceitável.”

Whiting esclareceu, porém, que a punição a Ocon não foi mais pesada pelo fato de Verstappen liderar a prova. Segundo ele, qualquer toque daquela natureza entre retardatário e um ponteiro, independentemente das posições, traria sanção igual.

“Não acho que faça diferença que ele era um líder. Isso torna tudo pior nos olhos de muitas pessoas, mas, no que diz respeito aos comissários, isso não importa.”

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