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F1: Entenda como a McLaren busca resolver problema com os freios

Mudança no regulamento abriu novo campo de batalha entre equipes, que ficou em evidência com os problemas da McLaren no Bahrein

McLaren MCL36 front suspension

Análise técnica de Giorgio Piola

Análise técnica de Giorgio Piola

Após um teste de pré-temporada sólido da Fórmula 1 em Barcelona, a McLaren teve uma vida mais difícil no Bahrein, devido a problemas nos freios. O caso foi atribuído principalmente ao design da montagem do freio dianteiro, com Lando Norris não conseguindo fazer mais do que algumas voltas consecutivamente antes de superaquecimento.

É um problema que não apareceu em Barcelona porque as temperaturas eram mais baixas do que as inicialmente esperadas.

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Porém, o inverno espanhol oferece condições pouco representativas à maior parte da temporada da F1, muito longe de lugares quentes como um circuito no Oriente Médio. Tendo isolado o problema no Bahrein, a McLaren iniciou um caminho em busca de uma solução a tempo do GP neste fim de semana, mesmo que seja algo temporário antes de uma versão definitiva.

A solução colocada no MCL36 no Bahrein é uma versão metalizada do disco de freio de fibra de carbono usado nos dois primeiros testes. E enquanto existam algumas diferenças óbvias no formato da nova versão vista no Sakhir, as diferenças de materiais também terão um papel na transferência térmica entre freios, rodas e pneus.

McLaren MCL36 front brake comparison

McLaren MCL36 front brake comparison

Photo by: Giorgio Piola

Na verdade, o problema da McLaren acaba destacando um novo e interessante campo de batalha surgido com o novo regulamento. Enquanto os componentes dos freios foram alterados pelas novas regras, a abordagem das equipes para o resfriamento também mudou.

O diâmetro dos discos de freio foi aumentado de 278mm para 330mm, enquanto os furos agora precisam ter pelo menos 3mm, o que limitou o número e o padrão que as equipes terão em seus projetos.

Obviamente, isso vem à custa da dissipação de calor, que é também mais complicado devido ao espaço, agora bem maior, oferecido no poço da roda, já que a F1 muda para pneus de aro 18 polegadas.

Tyres dimension comparison
2022 brake disc rules

Essa mudança, junto com a introdução das calotas e a incapacidade de enviar fluxo de ar pela face da roda, significa que as equipes precisam agora liberar o calor criado pelos freios através de uma saída alojada na cerca do duto de freio.

O espaço maior, criado dentro do conjunto do freio, levou a algumas novas direções de design interessantes, com a McLaren sendo uma das equipes que decidiu colocar os discos de freio dentro de uma cobertura, o que significa que há um caminho claro para o trânsito do fluxo de ar e calor que é criado sob frenagem.

Da mesma forma, a Red Bull tem uma solução que envolve o disco de freio, embora tenha escolhido um material diferente para este fim, e também tenha embalado algum isolamento ao redor da cobertura.

Enquanto isso, a Alpine não adotou a abordagem de cobertura completa vista na McLaren e na Red Bull, mas montou sua pinça de freio na frente da montagem. Possui algumas saídas em forma de gota na carcaça de resfriamento feita de fibra de carbono, que permitirão a passagem do calor rejeitado pelo disco de freio.

Red Bull Racing RB18 front suspension
Alpine A522 front brake and suspension detail

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