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F1: Ex-piloto defende demissão de Toto Wolff da Mercedes

Hans-Joachim Stuck diz que Wolff só continua no cargo porque possui 33% da equipe

Toto Wolff, Team Principal and CEO, Mercedes-AMG F1 Team, on the pit wall

Para Hans-Joachim Stuck, piloto de Fórmula 1 entre 1974 e 1979, a permanência de Toto Wolff na Mercedes está atribuída ao fato de que ele é detentor de um terço da equipe. Stuck defende que a Mercedes deveria ter trocado de chefe de equipe, pois está enfrentando dificuldades desde 2022.

O ex-piloto bicampeão de Le Mans afirmou que se fosse na Ferrari ou Red Bull, Wolff já estaria fora do cargo de chefe de equipe.

Leia também:

“A Mercedes simplesmente não está no nível de Red Bull e Ferrari” disse Stuck em entrevista ao Eurosport

A equipe está em quarto lugar na tabela de construtores, atrás da Red Bull, Ferrari e McLaren. Após três corridas em 2024, a Mercedes ainda não conquistou nenhum pódio.  

No GP da Austrália, a Mercedes sofreu um duplo DNF. Lewis Hamilton teve problemas no carro e George Russell bateu na penúltima volta.

O alemão atibuiu a permanência de Wolff a um fator. “Provavelmente é uma vantagem para ele ser co-proprietário. Se fosse uma equipe puramente da Mercedes, eu não teria certeza se ele já não teria sido substituído”.

Wolff tem 33% da equipe, ao lado da Mercedes-Benz e da Ineos.

Além da substituição de chefe de equipe, o ex-piloto defende uma renovação na Mercedes. 

“Para ser direto, o projetista-chefe deveria ser substituído. Os geradores de ideias no desenvolvimento simplesmente não têm a abordagem certa.”, finalizou.

MERECIDA ou RIDÍCULA? Alonso gerou PERIGO em manobra contra Russell que gerou punição? Veja DEBATE

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