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F1: Pela primeira vez, Porsche dá versão sobre acordo frustrado com Red Bull

Fritz Enzinger, um dos principais 'comandantes' das ambições do grupo Volkswagen em estar na categoria deixou o cargo e na despedida, tornou público os motivos do cancelamento da parceria

Porsche logo

Estar na Fórmula 1 com duas marcas diferentes, esse era o panorama ideal para o Grupo Volkswagen. Isso acarretaria em uma nova estratégia para ambas as marcas de automóveis, de acordo com os executivos da empresa.

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Por exemplo, a Porsche precisar triunfar no automobilismo para ser conhecida como "a marca de carros esportivos mais atrativa." Afinal, esse é seu objetivo de marketing. Para Audi, a F1 também aparece em um contexto mais amplo. Segundo a imprensa, a Audi deve se converter cada vez mais em "uma marca premium". Isso significa que os preços subirão e que a Audi também precisará de resultados atrativos para comercializar seus carros. A marca dos quatro aros quer fazer contrapeso a Mercedes na Fórmula 1.

Um aperto de mãos, mas sem assinatura

Como sabemos, as ambições da Audi na F1 estão se tornando realidade. A marca de Ingolstadt obterá exatamente o que deseja, ou seja, uma equipe de fábrica em parceria com a Sauber. A transição começa no ano que vem. Neste sentido, a ida de Frederic Vasseur também é uma benção para Audi. O posto de chefe de equipe ficou vago antes do esperado, o que permite Andreas Seidl definir o quadro geral também antes do previsto.

Enquanto na Audi tudo está acontecendo como o previsto, na Porsche não foi exatamente o mesmo. A marca queria se associar a Red Bull. No início, a Porsche inclusive parecia estar cravando pregos mais rápido que a Audi. Helmut MarkoDietrich MateschitzFritz Enzinger - todos austríacos - tinham linhas curtas e progrediam rapidamente.
 
Porém, houve um contra tempo de última hora e a 'festa' foi suspensa. Não foi a Porsche, mas sim a equipe de Milton Keynes quem cancelou o acordo.
 
"As conversas iam muito bem. Já tínhamos um aperto de mão sobre nossa participação na equipe, mas no último momento o acordo não foi fechado", disse Fritz Enzinger em seu discurso de despedida da Porsche ao Speedweek.
 
Foi a primeira vez que um executivo de alto escalão falou publicamente sobre o fracasso das conversas com a Red Bull. "Queríamos ser sócios em pé de igualdade. Mas, claro, cada um tinha que dizer por si se queria ou não vender as ações. Estava tudo bem para nós. Pelo menos nos comportamos de maneira justa."
 
As palavras "sócio igualitário" encaixam com o que a Porsche tinha dito desde o princípio: a relação deve ser de igual para igual. No entanto, a Red Bull temia perder a independência e a capacidade de atuar com rapidez nos grandes assuntos. Na equipe de Milton Keynes, as decisões importantes se resolvem com poucos telefonemas, já no Grupo VW tudo tem que passar por numerosos conselhos e juntas.
 
 

 

Não há mais opções para a Porsche na F1?

Mesmo com a ruptura das conversas com a Red Bull, a Porsche deixou claro que seus planos na F1 ainda não terminaram. A marca de Weissach segue vendo valor a ser acrescentado na categoria e está buscando outro sócio. Além disso, o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, considera uma missão pessoal trazer novas marcas como a Porsche para a principal categoria do automobilismo.

Como resultado, o 'fogo' ainda não está completamente apagado, mas fontes internas insinuam que atualmente não é mais do que uma chama piloto. A demissão de Enzinger é mais uma indicação disso. Ele foi um dos maiores impulsionadores dos planos da F1. Dentro da Porsche ficou claro que ele não sairia caso algo concreto acontecesse com a Fórmula 1 em curto prazo. Em teoria, a vontade ainda segue na marca, mas as boas opções são escassas no momento.

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