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Feliz com caminho "verde" da F-1, Renault reforça comprometimento

Novo chefe de operações da divisão esportiva da empresa francesa afirma que é possível transferir conhecimento para os carros de rua

De Renault, equipe de Petrov e Heidfeld hoje só tem o nome e o motor

O novo chefe de operações da Renault Sport, Carlos Tavares, tratou de calar os rumores de que a empresa francesa estivesse infeliz com os rumos tomados pela Fórmula 1 e reiterou seu comprometimento na categoria. Fora do esporte como construtora desde a venda para a Genii, no final do ano passado, a Renault hoje fornece motores para a equipe que tem seu nome, Lotus e Red Bull. Ano que vem, cederá seus propulsores também à Williams.

“É crucial que sejamos muito cautelosos para cuidar do talento que temos em Viry-Chatillon”, afirmou o novo chefe ao site da Renault Sport, referindo-se à fábrica responsável pelos motores de F-1 da empresa francesa. “Também cuidamos para que estabelecêssemos diálogo e interação entre a operação da F-1 e o resto da companhia, para que o conhecimento e a tecnologia sejam transferidos para os carros de passeio.”

Tavares garantiu que a Renault está contente com as mudanças nas regras dos motores em 2014 – a adoção de propulsores V6 turbo. Quando a alteração estava em discussão, a montadora francesa fez barulho para que os quatro cilindros fossem utilizados a partir de 2013.

“Estamos perfeitamente alinhados a essa medida. Essa foi uma das condições que colocamos para nossos times para estarmos na F-1, e continua sendo assim. A Renault sempre teve a habilidade de inovar. Queremos que a inovação seja útil para nossos clientes e a saúde geral do planeta. Tenho certeza de que a decisão ainda não é a final, mas estamos muito felizes porque conseguimos chegar a um consenso.”

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