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Chefe da Red Bull disse que a montadora francesa tem que correr mais riscos para deixar os motores mais competitivos

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Longe do topo da tabela e com muitos problemas com os motores, a Red Bull vem sofrendo bastante nas corridas. Já no quarto motor, de quatro disponíveis para a temporada, Christian Horner diz que a Renault tem que se arriscar mais, e que não tem mais nada a perder.

Se a equipe precisar do quinto motor, o carro que for “beneficiado” irá perder 10 posições no grid de largada, por conta da punição e Horner acredita que a equipe e a Renault tem que arriscar, pois não há mais nada a perder, já que está muito abaixo das outras equipes.

“Não temos nada a perder, se jogarmos ao vento (a possibilidade de usar novos motores). Não estamos na F1 para ser só mais um, estamos nela para tentar competir na frente. Se isso significa assumir alguns riscos, que sempre foi a nossa filosofia, é isso que nós incentivamos a Renault fazer”, disse.

“Nós estamos longe do ideal e com o pé atrás na confiabilidade de qualquer maneira. Este ano está praticamente perdido. Nós apenas temos que correr riscos, mesmo que significa que utilizaremos 20 motores”, avalia.

Por outro lado, o diretor de operações da Renault, Remi Taffin responde que não é tão simples assim e que a montadora vai se manter conservadora.

“Estávamos menos conservadores na classificação e mostramos que o potencial ainda está lá, mas fizemos uma corrida. Agora precisamos manter esta plataforma e construir sobre ela para as próximas corrida. Em paralelo estamos conscientes de que precisamos elevar nosso desempenho, mas precisamos fazer isso sem correr quaisquer riscos com a confiabilidade”, respondeu.

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