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Pilotos admitem não serem grandes fãs do circuito de Valência

Traçado repetitivo e ultrapassagens raras fazem Mark Webber comparar pista espanhola a um percurso ruim de golf

O circuito de Valência não é dos mais populares entre os pilotos. No calendário da F-1 desde 2008, o traçado não oferece muitas chances de ultrapassagem, mas, como definiu Mark Webber ao TotalRace, é como um percurso que o golfista tem de cumprir, goste ou não.

“Sempre gosto de pilotar o carro, mas é claro que não é uma das minhas cinco pistas favoritas no mundo, com certeza. É muito repetitiva. Há muitas curvas de baixa, o que não é muito bom para o carro. O último setor não é tão ruim, é bem rápido e dá para adotar um bom ritmo. Mas, no final das contas, é como o golf – não dá para escolher o percurso, tem que passar por todos. É o desafio que temos neste final de semana, então vamos aceitá-lo.”

Até o piloto da casa Fernando Alonso reconhece que a configuração do traçado torna as ultrapassagens difíceis e apenas o último setor é interessante.

“Gosto das freadas fortes especialmente no último setor, que talvez seja o mais desafiador. Os dois primeiros são mais ou menos iguais. São várias retas e elas não são retas de verdade, você fica virando, por isso não é tão fácil ultrapassar – mas no último setor há uma sequência interessante de curvas. Não há nada que não goste desse circuito. Não há nada que seja um grande problema.”

Perguntado pelo TotalRace se não seria melhor, tanto pela questão do circuito, quanto pela economia, levar o GP da Europa para o circuito Ricardo Tormo, usado pela F-1 para testes em Valência, Pedro de la Rosa se esquivou, mas demonstrou apoio à predominância de pistas ‘de verdade’ ao invés dos traçados de rua no calendário.

 “Sou fã dos circuitos permanentes, porque eles são desenhados e construídos para sediar provas desportivas. Além disso, falando como presidente da GPDA, sempre é mais seguro um circuito permanente do que um como este. Então gostaria que, no futuro, os circuitos permanentes se sobressaíssem em relação aos não-permanentes, mas é algo fora do meu controle.”

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