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Relembre corrida que batizou o famoso “muro dos campeões”

Com pista suja, diversos carros pararam no muro da entrada da reta dos boxes no circuito Gilles Villeneuve em 1999

Pódio: vencedor Mika Hakkinen, McLaren, segundo lugar Giancarlo Fisichella, Benetton
Michael Schumacher, Ferrari e Mika Hakkinen, McLaren
Rubens Barrichello, Stewart Grand Prix
Benetton foto da equipe

Sempre quando a Fórmula 1 faz sua visita anual ao circuito de Montreal muita gente se pergunta: será que alguém vai estampar o muro dos campeões? Ao todo, 16 pilotos já souberam o gosto amargo de “beijar” a barreira que antecede a reta dos boxes no circuito Gilles Villeneuve. Mas você sabe quando o muro ganhou este nome famoso?

Em 1994, para aumentar a velocidade da pista de Montreal, a FIA asfaltou a saída da última curva. Cinco anos depois, o GP do Canadá criou um dos pontos mais famigerados da história da Fórmula 1 moderna.

O ano era 1999. Líder do campeonato, Michael Schumacher largava na pole position à frente de Mika Hakkinen da McLaren, do companheiro Eddie Irvine e de David Coulthard. Com a melhor largada, o alemão liderou as primeiras voltas da prova. O início do GP foi marcado pelo strike promovido na primeira curva pelo italiano Jarno Trulli que tirou de combate Jean Alesi e, voltas depois com o carro danificado, Rubens Barrichello. Com este primeiro acidente, o Safety Car entrou na pista por apenas uma volta.

Com a corrida valendo novamente, o brasileiro Ricardo Zonta - voltando à F1 após ter machucado o pé ao sofrer um acidente nos treinos para o GP do Brasil - saiu de traseira na última curva e foi o primeiro a estampar a roda na parede. Campeão do FIA GT em 1998, o estreante deixou sua BAR com a suspensão quebrada logo adiante e obrigou a entrada do Safety Car. Mal sabia ele que terminaria o dia de sua segunda corrida na F1 em ilustre companhia.

Com 14 voltas completadas, o muro seguiria sua sina. Assim como Zonta, Damon Hill perdeu a traseira de sua Jordan e bateu na parede. O campeão da F1 em 1996 quebrou a suspensão traseira direita e encostou seu carro no meio da reta. No entanto, o britânico parou em um local considerado seguro pelos comissários e o Safety Car não precisou ir à pista.

Dois campeões abatidos, mas dois ainda terminariam o dia ali.

Schumacher tentava manter a vantagem para Hakkinen, que começava a tirar uma diferença de cinco segundos que o alemão abrira até ali. Foi quando, na volta 30, Michael errou a chicane de entrada da reta e acertou o muro. O até então bicampeão esmurrou seu volante, mas nada mais poderia ser feito. O finlandês da McLaren assumiria a ponta e a liderança do campeonato naquela tarde.

Faltava mais um campeão, e, para a tristeza da torcida, seria o dono da casa. Ocupando a oitava posição, Jacques Villeneuve errou a primeira perna da chicane de entrada da reta dos boxes e bateu violentamente no muro. O canadense desperdiçou uma ótima oportunidade de fazer os primeiros pontos da BAR. É bom lembrar que o time estreante do qual o piloto era sócio não pontuou naquele ano.

Inclusive, dada a força do acidente, ocorrido na volta 35, Villeneuve saiu do carro mancando. O Safety Car entraria pela terceira vez. Não era a primeira vez que o piloto conhecia o gosto amargo do muro dos campeões. Em 1997, na segunda volta da corrida, Jacques rodou e bateu no mesmo local.

Curiosamente, a corrida ficaria famosa por ser a primeira a terminar sob Safety Car na história da Fórmula 1, após o acidente (desta vez longe do muro dos campeões) do alemão Heinz-Harald Frentzen a três voltas do fim. Precisando de atendimento médio, o piloto obrigou a neutralização da prova.

Hakkinen venceu com Fisichella em segundo e Irvine em terceiro. Ralf Schumacher foi o quarto com Johnny Herbert em quinto e o brasileiro Pedro Paulo Diniz em sexto.

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