Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

Geral
Geral
Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

MotoGP
MotoGP
Pré-temporada de Sepang
ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Fórmula 1
Fórmula 1
Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Endurance
Endurance
Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso

Geral
Geral
STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso
Últimas notícias

Webber teme por futuro de pilotos australianos na F-1

Piloto da Red Bull até 2013, Mark crê que hoje em dia seja mais difícil sair da Oceania para competir na Europa

Mesmo com o compatriota Daniel Ricciardo o substituindo na Red Bull, MarkWebber não se mostra muito animado com o futuro dos pilotos vindos da Oceania na Fórmula 1 a longo prazo. Para ele, falta mais dinheiro hoje em dia do que quando conseguiu chegar à Europa pelo campeonato inglês de Fórmula Ford.

"Você ainda precisa chegar à Europa muito cedo. Eu sempre disse que gostaria de ter feito algumas provas de kart no campeonato europeu", disse Webber, que atualmente guia a carreira do neozelandês Mitch Evans, campeão de 2012 da GP3 e atualmente na GP2.

O australiano ainda competiu nas 24 Horas de Le Mans em 1999 depois de ter saído da Fórmula 3 inglesa e na sequência correu na Fórmula 3000.

"É muito caro agora sair da Austrália e provar que se tem valor. Sempre foi difícil, mas agora é muito, muito mais difícil. É complicado encontrar caras como Mitch que tenham conseguido.

O piloto citou de exemplo o tabaco no Brasil para falar que não se conseguia facilmente patrocínios na Austrália para chegar à Europa. "Sendo um piloto da Nova Zelândia ou da Austrália, já é muito difícil de penetrar na Europa. No meu início, nós não tínhamos dinheiro em nosso país.”

"Na minha época, quando era a Marlboro que financiava jovens pilotos, você não vendia muitos cigarros na Austrália, mas você vendia caixas de cigarros no Brasil”, falou.

"Agora é a Rússia. Há um monte de gente lá e que pode ajudar com dinheiro e patrocínio."

Ainda assim, Webber crê que há muitos bons pilotos na Oceania. "Há muito talento na Austrália, não há dúvida sobre isso. Mas há um campeonato muito bom, a V8 Supercars, e os caras, por vezes, perceber que é uma opção ao invés de vir para a Europa".

Artigo anterior Brian Hart, engenheiro que trabalhou com Senna, morre aos 77
Próximo artigo Lotus não participará de testes em Jerez no início da pré-temporada

Principais comentários

Últimas notícias