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Wehrlein rebate críticos: “Não sabem da minha situação”

Piloto alemão dá detalhes da lesão que o afastou das primeiras corridas e confia estar fisicamente recuperado para estrear pela Sauber

Pascal Wehrlein, Sauber C36
Pascal Wehrlein, Sauber C36
Pascal Wehrlein, Sauber C36
Pascal Wehrlein, Sauber F1 Team
Pascal Wehrlein, Sauber
Pascal Wehrlein, Sauber
Pascal Wehrlein, Sauber C36
Pascal Wehrlein, Sauber C36-Ferrari
Pascal Wehrlein, Sauber C36-Ferrari
Pascal Wehrlein, Sauber
Crash, Pascal Wehrlein and Felipe Massa on the Polaris Slingshot SLR
Crash, Pascal Wehrlein and Felipe Massa on the Polaris Slingshot SLR
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Pascal Wehrlein minimizou as críticas de outros pilotos da F1 que ficaram surpresos ao ver o alemão optar por não correr nos GPs da Austrália e da China.

Wehrlein decidiu ficar de fora da prova em Melbourne depois dos treinos livres de sexta-feira, sendo que, depois, entrou em acordo com a Sauber e a Mercedes para também perder a prova da China a fim de trabalhar em sua forma física.

O piloto retorna ao cockpit neste fim de semana, no Bahrein.

Alguns de seus colegas disseram que um piloto deveria tentar competir a todo custo, sendo que o tempo no cockpit seria a melhor maneira de se manter em boa forma.

“Não ligo muito para que os outros dizem, porque eles não sabem da minha situação”, disse Wehrlein, já no Bahrein.

“E eles ficam comentando minha situação. Acho que foi a decisão correta, tomada em conjunto com Monisha [Kaltenborn, chefe da Sauber] e Toto [Wolff, chefe da Mercedes]. O que os outros pilotos acham é apenas as suas opiniões. Se você não sabe qual lesão o outro teve, você não deve criticá-lo. É bem simples.”

“A lesão em si não foi tão séria, porque já estou bem. Mas, se fosse só uma dor muscular ou algo do tipo, você acha que a Sauber ou a Mercedes deixariam eu ficar de fora? Ouvi alguns comentários negativos, mas não dou muita bola.”

“Eu não conseguia me mexer”

Os detalhes de sua lesão – como o fato de que ele ficou imobilizado por quatro semanas depois do acidente na Corrida dos Campeões, em janeiro – só veio à tona recentemente.

“Eu fraturei três vértebras na região torácica. Comprimi várias, mas três delas estavam fraturadas. Em termos médicos tudo está bem, mas os músculos da região foram embora. Não pude praticar esportes por algumas semanas, mas eles estão se recuperando bem rapidamente. Estou bem otimista.”

“Eu não conseguia me mexer por um bom tempo, e, claro, tive restrições em meu treino. Perdi muito músculo, então esse foi meu principal foco: recuperar esses músculos.”

Wehrlein trabalhou com o veterano fisioterapeuta Erwin Gollner, mais conhecido por seu longo trabalho feito com Jacques Villeneuve.

“Treinei muito, obviamente. Estive na Áustria, perto de Salzburg, treinando com Erwin Gollner. Foi um treino bastante intenso, então passei boa parte do tempo por lá, treinando com ele.”

“Eu sei como estava a minha condição em Melbourne e em Barcelona, e sei qual peso eu poderia levantar lá e qual eu consigo agora. Também comparei com o ano passado: me sinto muito bem agora. Isso me dá uma boa referência.”

“Definitivamente me sinto muito melhor, então não dá nem para comparar com Melbourne. Estou de volta às condições onde eu deveria estar para poder guiar o carro adequadamente.”

Wehrlein confia que não haverá problemas no fim de semana.

“É minha primeira corrida no ano, e normalmente quando mais corridas você faz, mais fácil fica. Mas eu acho que estarei bem no carro.

“Não sinto dor e isso é o mais importante. A pista também é bastante lisa, sem muitas ondulações. É só um pouco quente, mas, tirando isso, é OK.”

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